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Projeto Maquila

O Paraguai abre fronteiras para atrair empresários brasileiros. Entre os atrativos o imposto único sobre atividades industriais de apenas 1%. Parece sonho, mas é a realidade apresentada pelo governo federal paraguaio através do Projeto Maquila. Pato Branco recebeu a visita do cônsul paraguaio Sebastian Bogado, a convite da FIEP SUDOESTE. Embalado por um crescimento econômico de dar inveja aos vizinhos sul-americanos – o PIB cresceu 14,1% em 2013 –, o Paraguai aos poucos deixa para trás a fama de primo pobre do Mercosul e se torna uma vitrine para novos investimentos.
O vice presidente da ACEPB, Francisco Gava acompanhado pelos diretores Roberto Elias da Silva e Edenilson Dal Bosco, representaram a entidade no encontro com o cônsul do Paraguai. Um dos pilares do projeto de desenvolvimento do país vizinho é o projeto Maquila. As empresas chamadas “maquiladoras”, são empresas que importam peças e componentes de matrizes estrangeiras para que os produtos sejam montados no Paraguai e depois exportados. Empresários locais estão pensando seriamente em instalar unidades industriais no Paraguai. A diferença da carga tributária por lá é brutal, o que torna as empresas mais competitivas, avalia o industrial Cláudio Petricoski, coordenador da FIPE Sudoeste. Uma comissão técnica empresarial deverá realizar uma visita ao Paraguai para conversar com empresários brasileiros já instalados no país através do projeto para avaliar a possibilidade de instalar plantas industriais por lá. O governo brasileiro deve ter uma preocupação com a evasão de indústrias atraídas pela carga tributária e desburocratização do estado vizinho.

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