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Dezembro Laranja

Campanha chama a atenção da população para prevenção e diagnóstico da doença; tumor é o mais frequente no País, com estimativa de mais de 175 mil casos anuais, de acordo com o INCA

 

Diante da chegada do verão, o último mês do ano traz consigo uma importante discussão sobre prevenção ao câncer de pele, por meio da campanha “Dezembro Laranja”, conscientizando e educando a população sobre os riscos do câncer de pele, decorrentes da exposição excessiva ao sol, sem proteção. Dos tumores malignos, o tipo da doença é o mais frequente no País, com estimativa de mais de 175 mil casos anuais, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA).  Atenta ao alto índice de incidência e ao fato de que a doença possui baixa taxa de mortalidade se descoberta no início, a Sociedade Brasileira de Dermatologia escolheu como tema “Se exponha, mas se não se queime” para enfatizar a importância de práticas cotidianas para prevenção.

Segundo Gabriela Diniz, dermatologista do Hapvida Saúde, ações para a precaução que reforçam atitudes fotoprotetoras no dia a dia e o diagnóstico prévio são fundamentais, pois qualquer situação de exposição ao sol, sem devida proteção, pode trazer consequências prejudiciais à pele. “Apesar da genética e do fototipo de pele influenciar no surgimento de tumores, a incidência de câncer de pele, não melanoma, pode ser reduzida em 78% com o uso regular de fotoprotetores. E nos melanomas, a redução pode chegar a 50%, pela simples utilização contínua do protetor solar”, explica a médica.

Os hábitos preventivos devem ocorrer diariamente, visto que a incidência dos raios solares acontece durante todo o ano em rotinas comuns, como, por exemplo, a locomoção de casa para o trabalho e durante atividades físicas e de lazer. “Sofremos os efeitos da radiação ultravioleta nos deslocamentos ao ar livre e dirigindo, por exemplo. Por isso, os métodos de fotoproteção devem ser incorporados a nossa rotina, para evitar os efeitos cumulativos da exposição”, reforça a dermatologista.

 A exposição sem devida proteção se torna inimiga número um da patologia. Por isso, o uso de chapéus de abas largas, óculos escuros, protetor solar, roupas que protejam o corpo, além de evitar a exposição sem moderação no horário de maior insolação (das 10h às 16h), são importantes para prevenção ao câncer de pele. “Lesões na pele, manchas irregulares e com várias cores, que apresentem crescimento rápido, sangramento ou mudança em seu aspecto inicial, devem ser avaliadas o quanto antes pelo médico dermatologista”, enfatiza Diniz. 

 

 

Fonte: Assessoria de Imprensa

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