Facebook
Twitter
WhatsApp

Café com Associado

A reforma tributária em análise na Câmara dos Deputados e no Senado Federal proposta pelo governo lança um clima de incertezas no mercado. O assunto foi debatido no “Café com Associado” da Associação Empresarial de Pato Branco. A advogada Paloma Vanin Marcante, e os contadores Eurides Von Muhlen e Luiz Antunes abordaram o tema, esclarecendo dúvidas e apontando os caminhos que a reforma tem tomado no Congresso Nacional.

A reforma tributária proposta pelo governo pode começar a afetar os planos de investimentos de algumas empresas, dizem economistas e executivos de mercado, que costumam definir até o fim de outubro o orçamento para ano seguinte e precisam saber mais sobre as regras que entrarão em vigor com a reforma. Os debatedores avaliaram vários pontos da reforma tributária que estão em aberto e que mais influenciam as decisões de negócios das empresas estão a alíquota do IRPJ (Imposto Sobre a Renda das Pessoas Jurídicas); o fim ou não dos juros sobre capital próprio (JCP); e se haverá cobrança de imposto sobre dividendos, hoje isentos. A advogada Paloma Vanin Marcante disse que  a tramitação da reforma “em fatias”, apresentada pelo executivo federal, é contraproducente e acabarão afetando parte das propostas que estão em tramitação no Congresso Nacional. Eurides Von Muhlen destacou que está se perdendo novamente a oportunidade para mudar a intrincada rede de impostos no Brasil, simplificando a forma de arrecadação tributária. Para o contador Luiz Antunes, que fez um histórico da criação dos impostos no Brasil, não está havendo um foco determinado no Congresso Nacional, e a reforma ficará prejudicada neste sentido.

Fonte: Assessoria de Imprensa

Últimas Notícias

Reunião semanal

Democracia e continuidade: ACEPB realiza eleição nesta sexta-feira com chapa

Acelera Pato Branco

Pato Branco abre duas licitações para obras de pavimentação, uma

Reunião semanal

Prefeito Géri Dutra detalha andamento de obras do programa “Acelera

Aeroporto Regional

Aeroporto de Pato Branco é realidade, não promessa: ACEPB defende